O manejo das ISTs envolve o reconhecimento de síndromes clínicas, como corrimento vaginal (candidíase, vaginose bacteriana, tricomoníase), úlceras genitais (sífilis, herpes), e doença inflamatória pélvica (DIP). A abordagem inclui tratamento sindrômico e específico, notificações compulsórias (ex.: sífilis) e profilaxia na gestação para evitar transmissão vertical.